A EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X INTERNACIONALIZAÇÃO

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A EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X INTERNACIONALIZAÇÃO


É impossível não perceber as bruscas mudanças nas modalidades educacionais. Modificaram-se as formas, as metodologias e até a maneira como se aprende. Neste novo cenário, é possível perceber uma junção do ensino tradicional com a busca pelo novo e pelo cliché: “pensar fora da caixa”. Sim, essa geração de alunos está em busca da abrangência e do contato com outras culturas – querem um currículo diferente. Se for internacionalizado é melhor ainda.


Hoje, de fato, um novo modelo de ensino está dando lugar a outro. Quem tem ditado as regras é o ensino focado no desenvolvimento das competências individuais, no contato com outras culturas e na formação de qualidade de forma branda e assertiva. A realidade é: a educação internacionalizada é um projeto que deu certo. São muito os benefícios, dentre eles podemos citar o choque cultural e visão abrangente de mercado a qual o estudante é inserido. Sem dúvidas estamos falando de uma onda de autoconhecimento, aprendizado e disciplina. Estamos falando de cidadãos globais que nem sempre podem ser criados com a educação sem esse viés.


Já no ensino convencional, que acabou ficando inevitavelmente para trás, a internacionalização ainda não era tão latente como agora. O modelo tinha como foco o conteúdo e a sala de aula. Aqui, não havia a visão de futuro ligada ao desenvolvimento das competências, o foco era somente na aprendizagem, muitas vezes inflexível.


Novos tempos

Vivemos em uma nova sociedade e cada vez mais estudantes deixam o seu país de origem para voar mais alto. De acordo com uma pesquisa da Brazilian Educational & Language Travel Association – Belta, em 2017, por exemplo, o número de estudantes brasileiros estudando no exterior naquela época chegou a cerca de 302.000 mil. O objetivo mais incisivo desses estudantes estava ligado tanto ao aprendizado de línguas quanto ao ingresso nos cursos de graduação e pós. Imagine agora?


Incrivelmente, as instituições de ensino com foco nos programas internacionalizados estão avançando dia após dia na gama de alunos que buscam essa modalidade e assertividade dos programas. Como é o caso do IESLA-ESJUS que inovou ao apresentar a modalidade intensiva dos programas de pós-graduação stricto sensu internacional. A instituição é referência no ensino internacionalizado.


Know How


A proposta da instituição foge do convencional e do modelo anterior de educação. A instituição permite ao aluno conciliar a agenda de trabalho com a família e a continuidade dos estudos.


“Os mestrados e doutorados internacionais na modalidade presencial intensiva, possuem módulos que ocorrem nas férias de janeiro e julho. Esse já é um ponto extremamente importante que chancela a educação internacionalizada. O IESLA vem oferecendo aos brasileiros acesso a mestrados e doutorados nas melhores universidades da Argentina, Portugal e Estados Unidos, proporcionando uma experiência acadêmica de altíssimo nível, além de um riquíssimo intercâmbio cultural”, comenta o vice-presidente do grupo, Dr. Sear Jasube Gouveia.


Ele explica ainda que o projeto desenvolvido há mais 15 anos pela instituição inova ao apresentar um formato que permite as pessoas conciliarem sua vida profissional e pessoal com a acadêmica. “Acreditamos que, dessa forma, atendemos a carência histórica de mestrados e doutorados ofertados no Brasil. Muitas vezes o aluno deixa de fazer o curso desejado ou opta por nem iniciar, devido ao engessamento dos protocolos”, finaliza.