Grupo Educacional IESLA-ESJUS comemora o sucesso do XXVI Congresso Internacional Transdisciplinar

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Grupo Educacional IESLA-ESJUS comemora o sucesso do XXVI Congresso Internacional Transdisciplinar


Permanecemos conectados com o 26º Congresso Internacional Transdisciplinar para a Educação do Futuro. Foram dois dias de muita produção, divulgação científica, aprendizado e a certeza de que superamos as expectativas. Ficamos extremamente felizes em saber que todos os participantes gostaram do nosso Congresso e que de uma forma, os auxiliamos, expandindo suas mentes, na busca pelo conhecimento.

Iniciamos o nosso congresso com as palavras da nossa Presidente e Reitora, Drª. Sara Bernardes que afirmou que com esforço e o pensamento no século XXI, o IESLA é precursor da Educação do Futuro. “Nos debruçamos nas últimas semanas, nos últimos meses, estudando intensamente, e fizemos uma verdadeira imersão para entregarmos a vocês, resultados valiosos dos nossos diagnósticos” Este congresso tem a missão de apresentar e discutir ideias, pesquisas e iniciativas que gradualmente são geradas para promover o compartilhamento do conhecimento e a cooperação internacional inerente a sociedade global.”, disse.

O Diretor acadêmico do Grupo Educacional IESLA-ESJUS, Dr. Joaquim Miranda, também participou da grandiosa abertura e destacou que podemos e devemos sempre aprender com qualquer situação adversa, exercendo tudo o que aprendemos, sempre nos aperfeiçoando, com condições de enfrentar com maior dignidade, os momentos e dificuldades que podem vir.

O tema da primeira palestra foi: “A Educação do Futuro: Análises Transdisciplinares das Mudanças e Tendências Aceleradas pela Pandemia”, ministrada pela Dra. Sara M.A.G. Bernardes, que discursou sobre o novo olhar que devemos ter diante de um mundo mais globalizado e com parâmetros de excelência de ensino. “Eu realmente decidi ser uma educadora acima da média, tomei essa decisão, de ser uma educadora de alto nível, de ser uma investidora educacional. Não basta ser a melhor professora, educadora, melhor gestora educacional, melhor reitora, a melhor profissional, precisamos ser os melhores do Brasil e do mundo, afinal de contas somos cidadãos globais. ”, finalizou.

Em nossa segunda palestra, tivemos como tema: “A Educação Superior no Mundo Pós Pandemia”, contamos com a participação do Doutor em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo, Evandro Menezes, que discursou sobre o que a pandemia vem ocasionando no mundo e principalmente na educação. “… por exemplo, nós temos um patrimônio extraordinário que é a Amazônia, com toda a riqueza que se tem na região, não só natural, mas também humana, e tudo aquilo é ignorado por nós próprios, basta dizer que a grande maioria das universidades brasileiras, as faculdades, os centros universitários, não tem um olhar, um trabalho focado voltado para essa área.
Entre a máquina e a natureza, estamos nós”, disse o Vice-Diretor da Academic of BRICS Laws da Southwest University (Chongqing, China).

O nosso primeiro painel de debate, trouxe a Dra. Augusta Fagundes, onde discorreu sobre os assuntos tratados até o momento. Segundo ela, devemos dialogar mais sobre a construção em rede compartilhada. “Hoje, estamos em um mundo globalizado, então precisamos compartilhar este aprendizado, compartilhar este crescimento. É neste momento que entra a extensão nas escolas, a busca pelo regionalismo e também pela internacionalização. ”, disse.

Na parte da tarde, retornamos com a palestra do Dr. Ricardo Rabinovich, Diretor do Departamento de Ciências Sociais da Faculdad de Derecho (UBA), desde 2012 e Diretor do Programa de Cursos para o Doutorado (Faculdad de Derecho da UBA), desde 2008, que falou sobre os desafios da docência universitária (especialmente de pós-graduação) na era Pós-COVID-19. Ao longo de seu discurso sobre o nosso atual momento, Rabinovich disse que: “Se realmente queremos entrar no mundo internacional dos estudos de direito em pós graduação, vamos ter que arquivar o nacionalismo acadêmico, vamos ter que aceitar professores e professoras de outros países, vamos ter que formar times internacionais…”, e ainda completou dizendo,  “Podemos fazer um time pegando os melhores de cada país, as universidades hoje têm que se preparar para uma concorrência feroz”, finalizou.

Após a brilhante palestra do Dr. Ricardo Rabinovich, tivemos como palestrante, a Dra. Aparecida Frigeri, consultora associada da Humus Consultoria e Diretora da Futura Educacional.  Segundo a professora, o ENADE tem sido um instrumento de punição institucional. “Para aliviar esta punição institucional, são feitos os insumos, que saem da dimensão pedagógica, do corpo docente, das instalações físicas, que saem de um questionário de percepção do estudante, e não através da avaliação institucional que este mesmo estudante já fez. ”, disse.

No primeiro dia do Congresso, ainda contamos com a participação do Dr. José Fliguer, que representou as instituições educacionais Argentinas e Alemãs. Em seu tema, “Pandemia e globalização: Presente e Futuro da Integração Regional na América Latina e Europa”, o professor trouxe à tona, vários insits para os congressistas, levantando perguntas e questionamentos sobre o futuro da educação. Dr. Fliguer falou sobre as dificuldades e as futuras promessas da integração da educação entre os dois continentes e finalizou reforçando que a inovação é o caminho para uma educação globalizada, uma educação de igualdade para ambos os lados do planeta, que essa adequação deve ser construída com capacidades cognitivas e com incentivo, para que possamos no futuro ter exímios profissionais.

Finalizamos o primeiro dia de palestras com o painel mediado pela professora Dra. Teodora Zamudio e os demais palestrantes. Nas palavras da Dra. Teodora, “a globalização é uma oportunidade para nós educadores”.

Iniciamos o segundo dia, com uma indagação proferida pela Presidente e Reitora do Grupo Educacional IESLA – ESJUS, Drª. Sara Bernardes. “Estávamos preparados para uma disrupção nessa escala? Qual é o modelo de educação que precisamos para a sociedade que queremos ter? Embora perturbadora, a pandemia e a consequente transição para a educação online, de fato, tem mudado o futuro do ensino em todos os níveis. A discussão sobre o futuro do ensino superior, a opinião e os resultados de pesquisas de estudos desenvolvidos por especialistas em educação, compartilhando assim, suas experiências e adaptações feitas pela COVID-19. Estamos juntos aprendendo e expondo a partir da expertise de cada um de nós, é o que esperamos para o futuro, disse.

Para o professor, Dr. Gabriel Trajtenberg, Presidente da Terceira Fundação da Cultura, que trouxe a discussão sobre a Educação do Futuro: Fundamentos, Recursos e Exemplos, disse que a rigidez burocrática é necessária para a implementação de nossas políticas educacionais em práticas concretas. A dificuldade em resinificar as reformas educativas já estruturadas de forma pertinente. E finalizou, dizendo que há principalmente a resistência por parte dos educadores que se sentem obsoletos em suas práticas, pois são desprestigiados e associados em uma baixa remuneração, culminando na falta de motivação para mudar.

O primeiro painel de debate do dia, trouxe a Dra. Sara M.A.G. Bernardes e o Dr. Joaquim Miranda, que discutiram sobre o tema discorrido pelo Dr. Gabriel Trajtenberg, e pontuaram as principais iniciativas que devem ocorrer para uma Educação do Século XXI.  Levantaram questionamentos que apontaram as necessidades para essa mudança, como a falta de cursos formatados para capacitar e auxiliar educadores e docentes, contemplando essa população especial.

Mais tarde, tivemos como palestrante, o professor da UNED, Dr. Antonio Medina que dialogou com os congressistas sobre os novos modelos de ensino-aprendizagem. De acordo com Medina, devemos pensar em uma nova ideia de tempo e espaço para o ensino-aprendizagem. “Nos modelos mais centrados da seleção que provavelmente é um dos mais importantes de qualquer planejamento educacional, sem dúvida, devemos mesmo assim planejar, e chegou o momento que nós temos que ter uma visão nova, onde o planejamento é um importante instrumento do modo de empregar um espaço de viver. ”, disse.

Enriquecendo ainda mais nosso XXVI Congresso Internacional, tivemos uma troca de vivencia e experiência dos doutores, Joaquim Miranda e Raphael Silva, onde falaram sobre o direito e as Relações Internacionais na Pandemia do COVID-19, atrelado à um olhar jurídico para esse momento da educação. Segundo o professor Raphael, precisamos de uma classe forte, lucida, com valores sociais e humanos, para que nos represente nessa defesa. E concluiu o seu raciocínio questionando os congressistas a se perguntarem, “o que é direito? O Direito é fato, valor e norma? Vamos considerar o Direito como fato, valor e norma. O Direito existe para limitar a conduta das pessoas e do próprio estado. Então ele regulamenta a vida das pessoas, só que o direito se encontra suprassumido pela globalização, ou seja, nós não conseguimos acompanhar esse processo integrativista que tanto defendemos. Por isso, cada vez mais precisamos estudar outras áreas.”, disse. Em meio a esse debate, Dra. Sara Bernardes, o enriqueceu dizendo e indagando aos congressistas. “… E porque existe ainda uma resistência da escola tradicional do direito em insistir com esse modelo do século XIX. Como instituição revolucionaria, atualizada e vanguardista, o IESLA coloca esses assuntos sobre a mesa de um congresso de tamanha relevância, onde discutimos temas de sistemas pedagógicos, acadêmicos e científicos sobre o olhar da transdiciplinariedade exatamente para fazermos esse chamamento ao acompanhamento das transformações sociais também na área do direito. Qual será a estrutura curricular da matriz do novo curso de direito do século XXI? Como será? Como compor? Como formatar um curso que irá de fato nos propiciar enquanto educadores, a formação de doutores protagonistas nesse mundo global que atendam aos requisitos dessa sociedade atual? ”, disse a presidente do Grupo Educacional IESLA-ESJUS.

Em nossa última palestra, na área da saúde, tivemos como tema: “Impactos da Telemedicina na Formação dos Profissionais da Saúde”, ministrada pelo Dr. Carlos Feleder, diretor de Admissão ao Mestrado em Ciências Farmacêuticas do Albany College, Nova York. Segundo Feleder, é evidente que o projeto da telemedicina tem um apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), onde conseguiram um auxílio e a implementação em 2005. A facilitação para utilizar a interação do atendimento médico, é uma ferramenta para os profissionais da saúde, que tem o objetivo de facilitar a interação entre indivíduos a distância, claramente permite o atendimento médico a todos, trazendo a importância de sempre pensarmos a frente, pois uma consulta médica poderá acontecer a mil metros, ou a dez mil quilômetros, tendo a mesma utilidade, que é facilitar a interação do médico e do paciente que não se encontram no mesmo local.

Em nosso último painel de debate, tivemos a presença do professor do IESLA, Bruno Stefani, que destacou a capacidade oferecida pelo desenvolvimento tecnológico e científico. “Esse tipo de desenvolvimento nos leva a reconhecer esse momento histórico que nós estamos vivendo. Toda a capacidade, tudo que o avanço científico tem nos permitido, principalmente de vivermos dias com esse potencial de mudança e de fazermos a diferença na vida das pessoas, ou seja, esse potencial de progressão social.”, disse.

Temos a certeza que instigamos os nossos congressistas a sempre buscarem a excelência na educação e em todas as áreas que a rodeiam. Veja o que a nossa querida aluna, Grazielle Sousa falou sobre o nosso evento: “Obrigada vocês, por nos inundarem de conhecimento tão profícuo, em um tempo que a humanidade está necessitada dele. Obrigada por me fazer enxergar novos horizontes e possibilidades que antes estava borradas em uma mente confusa. Conhecimento é luz e a missão de espalhá-lo é vocacional e vocês a tem.”, disse. Já para o Sr. Paulo Paiva, “O Congresso foi de extrema importância, uma vez que, apesar deste momento de pandemia, urgiu explorar e colocar em discussão procedimentos acerca de novas posturas não só na área educacional (alunos, professores, gestores educacionais, novas tecnologias, entre outros), e a telemedicina, principalmente essas duas disciplinas/políticas públicas. Sem dúvida, também, deverá ser posto em discussão as novas e promissoras tecnologias que poderão ser utilizadas nestas políticas”.

Gostaríamos de agradecer a todos os participantes e aos nossos espetaculares palestrantes por proporcionarem uma imersão ao conhecimento acadêmico-científico.

Em novembro, teremos o nosso XXVII Congresso Internacional Transdisciplinar para a Educação do Futuro.  Já estamos preparando inúmeras novidades para os nossos congressistas. Acesse o link abaixo e acompanhe todas as informações sobre o maior Congresso Internacional das Américas.


Aguardamos vocês!

XXVII Congresso Internacional Transdisciplinar para a Educação do Futuro.